Quase morto, quase vivo, quase gente, quase bicho.
Meio calmo, meio bravo, meio errado, tudo certo.
Todo mundo quer saber, poucos sabem ensinar;
Nós que vamos morrer, enterramos nossos mortos.
Os elementos se combinam, se evitam, se aniquilam,
As canções vem e vão, e os poetas sentem dor!
A um passo de mim mesmo, a um abismo de meus amigos...
Quase sinto Amor por Deus, Amor de máquina!
Meu sorriso sangra, minha ferida ri;
Moro tranquilo entre meus símbolos,
Minha querida família de irmãos gêmeos...
Gosto de pensar sobre o que não sabem
Meus desavergonhados cinco sentidos,
É lá que sou, tu e o mundo.
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
Na cola do vento
todomundomaisvelhoaomeuredor
eucadavezmaisdoidoefranco
procurandoagataquedancedistraída
sobrealinhaqueseparaodiaeanoite
aloucuraeoprazer
ohomemeoanimal
odiaeapoesia
oqueémeudoseu
alfaeômega
dóedó#.
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