Diógenes o cão, fatidicamente meu irmão.
Como tu, busco por alguém digno.
É inútil, lágrimas sobre a areia,
Soluços de chama ao sol.
Eu poeta sem aptidão para a mendicância, como tu,
Um Sócrates bêbado a pedir esmolas às estátuas,
Habituando-me à invisibilidade, a não ser percebido,
Sendo lido por estátuas com olhos vazados,
Repreendendo-me a todo momento,
Por me recusar a ficar de joelhos,
Tomando minha cicuta,
Em pé ao sol nascente