Inventar novas palavras,
Novos abracadabras,
Abrir alma das gentes,
Pensares diferentes.
Ter poder suficiente,
Talento consciente,
Épica jornada,
À obra acabada.
Mítico oficio,
Fazer nascer
Amanhecer.
Dourado início,
Artesanal e
Transcendental
segunda-feira, 29 de julho de 2013
segunda-feira, 22 de julho de 2013
roubaram-me os olhos
veja minhas unhas cravadas em minha alma de cera
saibas que é por amor à vida que te mato
entenda meu sangrar
dou-te as costas
não podes mais me ver
meu calor só te faria queimar
estás numa busca que é só tua
corres atrás das partes de ti
não podes tocá-las
amor infinito
êxtase nos cantos dos lábios
saibas que é por amor à vida que te mato
entenda meu sangrar
dou-te as costas
não podes mais me ver
meu calor só te faria queimar
estás numa busca que é só tua
corres atrás das partes de ti
não podes tocá-las
amor infinito
êxtase nos cantos dos lábios
quarta-feira, 17 de julho de 2013
A mais longa as noites
A noite passada me pegou no colo,
Não como quem ama o que pega,
Mas com o mau humor de uma
Maldita mãe adolescente.
A noite passada me jogou de um pesadelo a outro,
De um despertar narcotizado a outro.
A noite passada me pegou no colo
Não para me acariciar, mas me dar chineladas.
Quando finalmente acordei,
Soube que estava certo.
Achei música,
Acenei a Fernando Pessoa.
Nadei na prosa do Rosa.
A noite passada me enrolou em seus cabelos de Medusa,
Cabelos víboras, venenos de todos os tipos...
Mas o sol veio tomar-me dela,
De manhã o sol me cantou uma canção
Falava das coisas de que mais gostava.
Desta manhã em diante, não mais me preocupei
Pois sei que os sol é meu amigo,
E se uma outra noite qualquer tentar me enganar,
Sei que pela manhã tudo voltará a ser claro e real.
.
Não como quem ama o que pega,
Mas com o mau humor de uma
Maldita mãe adolescente.
A noite passada me jogou de um pesadelo a outro,
De um despertar narcotizado a outro.
A noite passada me pegou no colo
Não para me acariciar, mas me dar chineladas.
Quando finalmente acordei,
Soube que estava certo.
Achei música,
Acenei a Fernando Pessoa.
Nadei na prosa do Rosa.
A noite passada me enrolou em seus cabelos de Medusa,
Cabelos víboras, venenos de todos os tipos...
Mas o sol veio tomar-me dela,
De manhã o sol me cantou uma canção
Falava das coisas de que mais gostava.
Desta manhã em diante, não mais me preocupei
Pois sei que os sol é meu amigo,
E se uma outra noite qualquer tentar me enganar,
Sei que pela manhã tudo voltará a ser claro e real.
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