terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Vem cá...

Rí din-din era meu vampirinho predileto,
No tempo gás gotas e pedras de alma homem
Não faziam a menor diferença pra São Pedro
O que importava era a chavada que o cabra tomava,

E ria-se todo Rí din-din, safo como ninguém.
Perante a inquisição poética moderna,
Quanto mais rica a paleta de vermelhosangue,
Mais caretas de riso Rí din-din vertia...

Veio tempo que log, freud e quark,se foram!
Ninguém sabe nem soube ...só gente só;
Sem mover nem um musculinho facial:

Não tinha mais sangue pra nós vampifuks
Esnobados por sei lá quem lâma e brâma,
Que sismou e fez a vida tinta sob véu.

Nenhum comentário:

Postar um comentário