Rí din-din era meu vampirinho predileto,
No tempo gás gotas e pedras de alma homem
Não faziam a menor diferença pra São Pedro
O que importava era a chavada que o cabra tomava,
E ria-se todo Rí din-din, safo como ninguém.
Perante a inquisição poética moderna,
Quanto mais rica a paleta de vermelhosangue,
Mais caretas de riso Rí din-din vertia...
Veio tempo que log, freud e quark,se foram!
Ninguém sabe nem soube ...só gente só;
Sem mover nem um musculinho facial:
Não tinha mais sangue pra nós vampifuks
Esnobados por sei lá quem lâma e brâma,
Que sismou e fez a vida tinta sob véu.
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