Os corvos já não temem o espantalho,
Os ratos andan por seu braços de capim.
Por mais que o vento mude ele está imóvel,
Condenado por seu criador.
Os mendigos não causam comoção,
Fingem estar onde querem.
Falta-lhes coragem?
São dependentes de quê?
São animais ?
São gente?
Como serão por dentro?
Por fora meros espantalhos de gente.
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