A noite passada me pegou no colo,
Não como quem ama o que pega,
Mas como uma maldita mãe adolescente,
E sua estúpida raiva de criança mal humorada.
A noite passada me jogou de um pesadelo a outro
Do sono à lucidez, na solidão de quem flutua imóvel
Por sobre abismos internos, infinitos,
De onde se percebe a lentidão da luz pelo cosmo
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