quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Solapas, solapas e o edifício continua em pé


Vi aliens numa fila de cinema,
Nada faz sentido.
Assisti a um farwest,
Minha vida sem sentido.
Não assisti ao filme de zumbis,
Encontro alguns pela rua.
Abandonei meu trabalho,
Fui ao encontro do novo dia.
Olhei pro céu negro pontilhado de estrelas,
Esqueci minha fala sem gesto nesse teatro.

Pessoas  de fel cruzam meu caminho,
posso amaldiçoar carrapatos e maldizer víboras.
Viver a amolar punhais,
Tocaias virtuais.

O que há por traz de péssimas canções?
Alma atormentada,
Como dentro das armas,
Almas lisas ou raiadas

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