E ainda balança no saco do cara que foi seu aprendiz.
Vejo Ravengas na chuva de fogo,
No silêncio do grito que ninguém goza nem chora.
Ravengar voltou pro saco do mágico.
Metamos a mão no saco
Saquemos um magu da cachola,
Salta dai Ravengas onde quer que estejas!
Aberta a boca do saco
Saltaram piratas sátiros
Poemas cores e polcas e choros,
Mambos frevos e czardas e farras,
E fardas rasgadas almas confeitadas.
E voava da boca Abú,
Criança feliz de volta ao saco de Deus!
Um bardo dentro do saco,
Um saco com um mago dentro,
Um saco com um mago dentro,
Um xamã dentro do chá do mato,
Um vaso com um bruxo dentro,
Um vaso com um bruxo dentro,
Cuidado com
Segredo perfumado,
Mistério impensado
Segredo perfumado,
Mistério impensado
Aberta a boca do saco
Saltaram piratas sátiros
Poemas cores e polcas e choros,
Mambos frevos e czardas e farras,
E fardas rasgadas almas confeitadas.
E voava da boca Abú,
Qual saco de Pandora a pergunta empinada:
O que é a vida?
Que respondida ou ignorada, fatalmente ecoava:
O que é a vida!!!!
Não havia esse ou aquele,
Que por mais que treinasse,
E seguro parecesse,
Do Abú se safasse,
Ao Abú enganasse,
Pois ao vivo era a carne,
E nervos e a alma
Que despida falava,
Quando vinha o balaço,
Da pergunta afiada,
Pobre entrevistado,
Em procurava em si a resposta furtada,
Pois o traquina do Abú, o Abú brincalhão,
Cozinhava a verdade no seu caldeirão,
Com temperos tantos aromas, pimentas,
Poucos viventes digeriram a poção,
Mas Abú era sábio e gentil,
Se via o sujeito abeirar-se senil
Estendia ao coitado elegante a mão,
Salvando o mané de tal humilhação.
Dessa escola primária,
Onde somos alunos .
O Abú foi expulso.
Assim como viveu,
Abú vive,
Abú range rede,
E aplaudem os deuses,
O que é a vida?
Que respondida ou ignorada, fatalmente ecoava:
O que é a vida!!!!
Não havia esse ou aquele,
Que por mais que treinasse,
E seguro parecesse,
Do Abú se safasse,
Ao Abú enganasse,
Pois ao vivo era a carne,
E nervos e a alma
Que despida falava,
Quando vinha o balaço,
Da pergunta afiada,
Pobre entrevistado,
Em procurava em si a resposta furtada,
Pois o traquina do Abú, o Abú brincalhão,
Cozinhava a verdade no seu caldeirão,
Com temperos tantos aromas, pimentas,
Poucos viventes digeriram a poção,
Mas Abú era sábio e gentil,
Se via o sujeito abeirar-se senil
Estendia ao coitado elegante a mão,
Salvando o mané de tal humilhação.
Dessa escola primária,
Onde somos alunos .
O Abú foi expulso.
Assim como viveu,
Abú vive,
Abú range rede,
E aplaudem os deuses,
Sem eira nem beira,
Nem porta ou porteira,
Alma rica, límpida e plena,
Voa Abú! Ave Abu como diria César,
Nem porta ou porteira,
Alma rica, límpida e plena,
Voa Abú! Ave Abu como diria César,
Além mundos estrelas
Ranja Abú ranja!
Ranja Abú ranja!
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